Fotografia by Né - Ribeira dos Caldeirões, Achada - Nordeste São Miguel Açores

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Both...


"[...] love and war stand upon the very same foundations. [...] in my darkest moments, my most fearful times, when faced, became my bravest. When feeling at your weakest you end up showing more strength, when at your lowest are suddenly lifted above higher than you've ever been. They all border one another, those opposites, and how quickly we can be altered. Despair can be altered by one simple smile offered by a stranger; confidence can become fear by the arrival of one uneasy presence. [...] Everything is on the verge, always brimming the surface, a slight shake, a tremble sends things toppling."


Para assinalar o fim da leitura de Thanks for the memories de Cecelia Ahern...

Venha o próximo! :)

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Por inteiro...


Hoje amanheci com o dia... E sinto-me como se ele tivesse ficado ainda mais cheio, ainda mais rico, ainda mais belo... Como se tivesse assistido a um magnífico espectáculo inteirinho, sem perder pitada... Estou "cheia de sol"! :)

terça-feira, 17 de agosto de 2010

O "Up" é mesmo "Altamente!"

Como acabei de o ver (ainda está quentinho dentro de mim e sinto o seu efeito!), quis só vir dizer que não há nada mais ternurento do que este filme! :)
Ellie: [her last message to Carl] Thanks for the adventure. Now go have one of your own.

"Balançar"

Porque para mim é sempre inevitável o regresso às letras tão cheias de humanidade da Mafalda Veiga combinadas com a sua voz serena:



Balançar
Pedes-me um tempo,
para balanço de vida.
Mas eu sou de letras,
não me sei dividir.
Para mim um balanço
é mesmo balançar,
balançar até dar balanço
e sair...
Pedes-me um sonho,
para fazer de chão.
Mas eu desses não tenho,
só dos de voar.
Agarras a minha mão
com a tua mão
e prendes-me a dizer
que me estás a salvar.
De quê?
De viver o perigo.
De quê?
De rasgar o peito.
Com o quê?
De morrer,
mas de que paixão?
De quê?
Se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e não ter
nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração...
Pedes o mundo
dentro das mãos fechadas
e o que cabe é pouco
mas é tudo o que tens.
Esqueces que às vezes,
quando falha o chão,
o salto é sem rede
e tens de abrir as mãos.
Pedes-me um sonho
para juntar os pedaços
mas nem tudo o que parte
se volta a colar.
E agarras a minha mão
com a tua mão e prendes-me
e dizes-me para te salvar.
De quê?
De viver o perigo.
De quê?
De rasgar o peito.
Com o quê?
De morrer,
mas de que paixão?
De quê?
Se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e não ter
nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração.
Mafalda Veiga e Tiago Bettencourt

Sabedoria oriental e universal...


"Good luck is often with the man who doesn't include it in his plans."

So true... :)

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Sitting down...


"It's funny how people mark their lives, the benchmarks they choose to decide when a moment is more of a moment than any other. For life is made of them. I like to think the best ones of all are in my mind, that they run through my blood in their own memory bank for no one else but me to see."

Cecelia Ahern in Thanks for the memories

domingo, 15 de agosto de 2010

My corner...


"There is only one corner of the Universe you can be certain of improving and that is your own self."